por Rodrigo Priesnitz*
Nos próximos dias o Brasil
vai comemorar a marca de três milhões de MEI – Microempreendedor Individual.
Criado no governo LULA e regulamentado pela Lei Complementar 128 de 19/12/2008,
o programa deu oportunidade para que esses milhares de empreendedores deixassem
a informalidade.
No município de Toledo,
nona economia do Estado do Paraná, o número de
O caso de Diego Alex da
Silva, 25 anos, é um bom exemplo da importância do
MEI para o empreendedorismo.
Ele se registrou a pouco mais de um ano para formalizar a atividade de lavador
de carros, que exercia há quase dois anos. Neste mês de abril transformou seu MEI em
Micro Empresa para registrar outros quatro trabalhadores. Assim como Diego,
milhares de MEI's evoluem para as micro e pequenas empresas. O segredo está na
formalização. Ao ser formalizado, o negócio passa a contar com o acompanhamento
do Contador, dos Escritórios do Empreendedor (que funcionam na maioria das
prefeituras) e do SEBRAE.
É
para essas pessoas que o MEI foi criado, para o trabalhador que possui talentos
e espírito empreendedor, que atuava na informalidade e que precisava de
oportunidades. O MEI potencializa a mobilidade social e ajuda a garantir o
sonho da aposentadoria, pois regulariza a contribuição para com o INSS. Uma
medida includente e democrática, capaz de ajudar a diminuir as diferenças
sociais em um país ainda desigual, porém ávido por resolver suas dívidas
sociais.
*Rodrigo Priesnitz é Tecnólogo em Gestão Pública, militante e filiado ao Partido dos Trabalhadores e experimenta a atividade de
Blogueiro Sujo.



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